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Semana do Meio Ambiente: 2020-2030 o decênio crucial

Em 2001, 17 Academias Nacionais de Ciências Declaração conjunta (Science, editorial) reconheceram o aquecimento global como um grave problema. O Joint statement (Science, editorial) menciona: “Reconhecemos o IPCC como a mais confiável fonte de informação sobre as mudanças climáticas e sobre suas causas e endossamos seu método de estabelecer esse consenso”, o IPCC ou Intergovernmental Panel on Climate Change é o Painel Intergovernamental para a Mudança de Clima, um órgão que fornece avaliações regulares sobre a mudança climática.

Em 2014 The Royal Society junto com The National Academy of Sciences e a Joint statement reafirmaram que a mudança climática é o maior problema de nosso tempo. “É agora mais certo que nunca (…) que os humanos estão mudando o clima do planeta”. Há correlação entre consenso científico e expertise em ciência do clima: quanto maior a expertise específica sobre a ciência do clima, maior é o consenso. Em outras palavras, quem entende pouco do assunto tem mais chance de acabar negacionista. No ano de 2009 havia um consenso sobre a mudança climática em torno de 97%; subiu para 97,5% em 2010. Em 2013 havia m consenso de 98,5% entre os cientistas de que há mudança climática global. Sendo assim, as mudanças climáticas derivadas das atividades antropogênicas constitui consenso científico endossado por 80 Academias Nacionais de Ciência. Também 200 organizações científicas subscrevem o consenso sobre as mudanças climáticas antropogênicas.

Cada década desde a de 1970 foi claramente mais quente que a década precedente. O decênio 2014 – 2023 será o mais quente dos últimos 150 anos. A taxa de aquecimento do oceano, entre 1992 e 2015, quase dobrou em relação à taxa das 3 décadas anteriores (1960 – 1991). Que 20 dos 22 últimos anos foram os mais quentes dos registros históricos desde 1880. Desde 2014 o aquecimento global acelera-se ainda mais: o período de 2014 a 2019, observou
que foram os 6 anos mais quentes dos registros históricos. Segundo dados da OMM (Organização Mundial de Meteorologia), o ano 2020 foi um  dos anos mais quentes da história e quase bateu o recorde de 2016.

Aceleração:
Desde 2014 o aquecimento global tem se acelerado e multiplica-se por 2,5 na comparação entre os dois períodos de 1970-2014 e entre 2008-2017.
Taxa de aquecimento do oceano : no período de 1992 – 2015 quase dobrou em relação à taxa das 3 décadas anteriores (1960 – 1991).

Um aquecimento médio global de 2º Celsius acima do período pré-industrial pode ocorrer no segundo quarto do século XXI
Aquecimento menor que 1,5º Celsius em relação ao período pré-industrial (1850-1900) já é inevitável por causa do desequilíbrio energético do planeta: “Mais aquecimento é inevitável; ocorrerá mesmo sem mais emissão de Gases Efeito Estufa – GEE”. Há um desequilíbrio energético temporário. Mais energia está chegando do que saindo da Terra e isso continuará até que a Terra se aqueça o bastante para de novo irradiar para fora tanta  energia quanto ela absorve do sol. “O desequilíbrio energético total é de cerca de 6/10 W/m2 É enorme. É cerca de 20 vezes maior que a taxa de energia usada pela humanidade. É o equivalente a explodir 400 mil bombas atômicas de Hiroshima por dia, 365 dias/ano. O planeta está acumulando 4 bombas atômicas da  potência de Hiroshima em termos de energia térmica por segundo, desde 1998 até 2012. Isso é quanto a Terra está absorvendo em energia suplementar todos os dias”. Há defasagem de aproximadamente 10 anos entre a emissão de CO2 e seu máximo impacto sobre o aquecimento

O aquecimento global ocorrerá antes das projeções do IPCC por:
a) As emissões de CO2 continuam aumentando. Em 2018 foram +63% em relação a 1990.
b) Efeito paradoxal do menor uso de carvão “Os aerossóis, incluindo os sulfatos, nitratos e os
compostos orgânicos, refletem a luz solar. Esse escudo de aerossóis manteve o planeta mais
frio, possivelmente em até 0,7º Celsius globalmente” [outras avaliações: 0,5ºC a 1,1ºC];
c) Há sinais de que o planeta está entrando em uma fase de aquecimento natural, que pode durar algumas décadas, por causa da Oscilação Interdecadal do Pacífico. Então, A Terra cruzará o limiar perigoso do clima até 2036. A chance de que ao menos um ano entre 2020 e 2024 exceda 1,5ºC acima do período pré-industrial é de 24%; essas chances aumentam com o tempo.

O colapso dos pergelissolos (permafrost) já começou. O metano (CH4) liberado no Ártico engendra um aquecimento catastrófico nos próximos 20 anos. Segundo o Arctic Methane Emergency Group (AMEG) de Cambridge, UK “O CH4 pode-se tornar a maior forçante radiativa nos próximos 20 anos”. Mesmo que isso não se verifique, é clara a maior participação do metano no âmbito dos GEE (24% das terras do hemisfério norte são pergelissolos, solos
congelados). “Para manter alguma chance de permanecer abaixo dos 2ºC é necessário que o pico das emissões seja atingido no mais tardar em 2020” (Jean Jouzel, ex-vice-presidente do IPCC em 2017).

Mas por que 2º Celsius é desastroso?
Um aumento de 2º Celsius deixará a Terra mais quente do que foi na era Quaternária (os últimos 2,5 milhões de anos). A civilização humana nunca experimentou um aumento de temperatura desse nível. A nossa espécie (e muitos outros organismos atuais) nunca tiveram a experiência
de viver em um planeta acima de 2ºC. Esse aumento poderá acarretar Eventos Meteorológicos Extremos (EME) como aumento do período seco em muitas partes do mundo, chuvas intensas e distribuídas irregularmente, grandes inundações, incêndios florestais mais frequentes, esgotamento da água doce, morte dos oceanos, ar irrespirável, aparecimento de pragas, mais dias de calor e frio extremos que poderão ser letais, queda dos rendimentos agropecuários que acarretarão fome e colapso econômico. Tudo isso fará que haja grandes deslocamentos populacionais (migrações em massa) com aumento de conflitos e guerras por recursos naturais, agravando  os desastres não mais naturais. E tudo isso poderá ocorrer em cascatas tornando a Terra literalmente inabitável (WALLACE-WELLS, 2019).

O Brasil está entre as regiões mais vulneráveis “O limite de 2ºC das temperaturas médias em relação ao período pré-industrial pode ser cruzado em 2030 no Mediterrâneo, na região central do Brasil e nos EUA”

“A probabilidade de aquecimentos extremos no Brasil é mais alta e ocorre antes no tempo. A chance de atingir um aquecimento maior que 4ºC é elevada neste século”.

Manter o aquecimento abaixo do nível de um colapso socioambiental global. “O que fizermos nos próximos dez anos determinará o futuro da humanidade nos próximos 10 mil anos”. Frase de Sir David King, Professor Emérito da Universidade de Cambridge, exprime um amplo consenso científico. O próximo decênio será, de fato, o mais crucial da história da humanidade. “Estamos em um ponto de inflexão. Os próximos anos serão os mais importantes da
história da humanidade” (Kathleen Dean Moore, filosofa ambiental). “Temos 12 anos para limitar uma mudança climática catastrófica” (IPCC, 2018).

“Devemos nos mobilizar hoje com a máxima urgência para transformar a economia no prazo de uma década” (Paul Gilding, 2019). Segundo o Fórum Econômico Mundial (WEF) em seu Global Risks Report 2017-2018 os  4 dos 5 riscos com maior impacto nos próximos 10 anos estão diretamente associados às crises climáticas.

António Guterres, o secretário-geral das Nações Unidas, chamou as mudanças climáticas de “a questão definidora do nosso tempo”. Em setembro de 2018: “Se não mudarmos nossa rota até 2020, corremos o risco de deixar passar o momento em que é ainda possível evitar uma mudança climática desenfreada (runaway climate change), com consequências desastrosas para a humanidade e para os sistemas naturais que nos sustentam”. Foi a primeira vez que o termo “runaway climate change” emerge no cauteloso vocabulário diplomático. Proteger a biodiversidade é tão importante quanto combater  as mudanças climáticas. O tempo para a ação foi ontem ou o dia anterior (Robert Watson, IPBES). 

 

*Resumo do livro O Decênio Crucial Luiz Marques / UNICAMP)

 

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