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  • Um Dia só para Mulheres reúne mais de 700 pessoas

Um Dia só para Mulheres reúne mais de 700 pessoas

Dia 08 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher e em Frederico Westphalen foi dia de celebrar com a festa “Só para Mulheres”. O evento promovido pela Prefeitura de Frederico Westphalen, através do gabinete da primeira-dama, aconteceu na tarde de domingo, 08, no ginásio do Bairro São Francisco de Paula, após o ato solene de reinauguração do local.

A festa que está em sua primeira edição reuniu mais de 700 pessoas e contou com o apoio de entidades e empresários do município. De acordo com a primeira-dama, Vanessa Balen Felin, “é com imensa alegria que a administração municipal acolhe todas as mulheres neste dia que foi pensado com muito carinho, por pessoas que colaboraram com nós. Quero agradecer a todas pessoas que ajudaram na realização da primeira edição do “Só para Mulheres” e parabenizar a todas nós mulheres pelo nosso dia”.

As escolhidas através do concurso de cartas tiveram seu dia de rainha.

Lembrancinha da festa Só para Mulheres

Além de vestuário completo e salão de beleza, elas tiveram suas histórias contadas ao público presente no evento, receberam homenagens de seus familiares e foram coroadas as rainhas da primeira edição da festa “Só para Mulheres”.

Ficou curioso para saber a história de vida dessas rainhas? Acompanhe o resumo das 3 cartas escolhidas abaixo.

Minha História de Vida – Victória Zanatta Ortigara

Me chamo Victoria Zanatta Ortigara. Nasci no interior de Guaporé-RS, no dia 19 de abril de 1922, em uma família pobre. Sou a quarta filha de uma família de quinze irmãos. Minha infância e juventude foram na lavoura, na colheita de uva e de trigo, no plantio do milho, soja e arroz, na matança de porcos e no arado, na enxada e no facão, sofrendo no sol e no frio, ajudando a família a ter o que comer. Gostava dos domingos quando íamos a cavalo para a Missa em Frederico Westphalen, vi o Barril se transformar nessa cidade. Vi também o barro se transformar em asfalto, as ruas serem alargadas, a energia elétrica chegar às casas.

Desde minha juventude me dediquei aos trabalhos da igreja. Acompanhei a vida religiosa de Monsenhor Vitor Battistella e vivenciei a paróquia de Santo Antônio se transformar em Diocese de Frederico Westphalen. Tremia quando tinha que ler nas missas, mas isso muito me ajudou anos depois nas atividades de Ministra da Eucaristia em Osvaldo Cruz, atividade que exerci por 40 anos. Participei da primeira romaria da Nossa Senhora de Lourdes de Osvaldo Cruz, isso há 42 anos. Com vinte e dois anos me casei com Bortolo Ortigara, primeira criança a nascer na Vila Mussolini, hoje Distrito de Osvaldo Cruz. O casamento aconteceu no dia 24 de janeiro de 1944, e moro em Osvaldo Cruz desde então, onde construí minha família. Tive treze filhos, todos enviados ao Ensino Superior.

Sempre participei da vida política de Frederico Westphalen. Quantas reuniões, comícios, reivindicações. Me aposentei com setenta anos, época aquela em que para conseguirmos nossos direitos como colonas, éramos chamadas de “loucas” e “agitadoras”, pois íamos a Palmeira das Missões na carroceria de um caminhão, na luta para conseguirmos a aposentadoria para trabalhadoras rurais. Emoção foi o dia em que fui chamada no Sindicato para uma reunião. Chegando lá recebi notícia de que a luta não foi em vão, a tão sonhada aposentadoria havia saído.

Em abril faço 93 anos. Sou mãe de treze, avó de vinte e sete e bisavó de dez. Ainda tenho voz para cantar, olhos para tricô e crochê e minha lucidez mental. Ainda faço questão de cuidar de todas as decisões da casa e administro a propriedade onde se mantém a agricultura.

Minha História de Vida – Lurdes Teresinha de Oliveira

Mulher guerreira, que luta, sofre, chora, cai, levanta, sempre com um sorriso no rosto. Essa é minha mãe, Lurdes Teresinha de Oliveira.

Nasceu na roça e trabalhou desde menina. Aos doze anos sua mãe sofreu um acidente que a deixou de cama por um ano, assim minha mãe teve que tomar conta da casa e dos irmãos, um com poucos meses. O nono, seu pai, bebia muito.

Não teve oportunidade de estudar, passou fome, frio, vergonha, preconceito por ter problema de audição. Já adulta, sem dentes, cansada de trabalhar na plantação se remuneração, pediu permissão para trabalhar em casa de família, na cidade grande, na esperança de melhorar de vida. Lá também sofreu, comeu restos e não tinha amigos, mas colocou seus dentes e mandava dinheiro para casa, aguentou um ano.

Aos 23 anos casou e engravidou, não tinham nada, comiam o que plantavam, carne só de passarinho, moravam de agregados. Perdeu seu primeiro filho de poucos meses, viveu um casamento difícil. Minha mãe teve quatro filhos, lembro dela costurando de noite e de dia. Não nos faltava pão. Nunca vi minha mãe comprar uma roupa ou um calçado para ela, criou os filhos com dificuldade, mas nos deu muito amor, disciplina e exemplo.

Hoje estão aposentados, minha mãe tem 63 anos e nunca foi a um salão de beleza, nunca fez as unhas e ajuda as pessoas que precisam. Ela está sofrendo muito, há um ano e meio meu irmão mais novo sumiu de casa, esperamos todos os dias notícias e nada. Logo depois outra espada fere o coração da minha mãe, meu irmão mais velho, adoeceu. Minha mãe perdeu dois filhos e continua sorrindo e acreditando na vida e em Deus, não perde a esperança de encontrar o meu irmão.

Mãe, te amo.

Silvana de Oliveira, filha

Minha história de vida – Dilena Selva Dalla Nora

Quando era pequena vivia na Linha Nova, na roça tinha dias de alegria e de tristeza, assim como hoje. Tempo de adolescente trabalhava na roça, sempre disposta e com coragem. Nos domingos íamos à igreja e a tarde nos jogos e matinê. O tempo passou e me casei, meses depois meu marido foi trabalhar em Montevidéu, Uruguai. Não foi fácil, fazia poucos meses que tinha perdido um filho aos sete meses. As condições não eram boas, tínhamos uma metalúrgica e as contas eram muitas, foi aí que aprendi a soldar, pois as pessoas procuravam consertos de portões e janelas, e eu arrumava.

Quando chegou o Natal e o Ano Novo recebi uma passagem para ver se eu gostava de Montevidéu. Nunca tinha saído de Frederico Westphalen, fui sozinha até Porto Alegre, me apavorei quando cheguei lá, bem no horário de pico, fiquei louca, não queria desembarcar. Foi quando apareceu uma alma querida, de mais ou menos 60 anos, e me ajudou. Quando eu desembarquei o nervoso começou, só eu de brasileira no ônibus, não entendia nada que eles falavam. Passei o Natal e o Ano Novo e gostei, fui morar lá. Certo dia o patrão me viu arrumando aberturas de alumínio com meu marido e comecei a trabalhar, pagamos todas as dívidas e o terreno. Fiquei nove meses e não aprendi muito o espanhol, mas gostei muito de morar lá. Em seguida engravidei, mas continuei trabalhando na metalúrgica.

Minha filha nasceu e comecei a trabalhar de servente de pedreiro, sempre gostei de rebocar paredes e pintar, só que as doenças começaram a aparecer, então parei alguns meses. Me deu câncer de pele, tive que fazer três cirurgias. Fiquei 40 dias sem fazer nada, a filha pequena, fazia o possível para me ajudar, pois entrei em depressão. Tenho dores de cabeça crônica, mas tenho alergia dos remédios. Veio uma série de complicações, na visão, no útero, as dores de cabeça muito fortes, cisto e arritmia cardíaca. Em dezembro de 2013 apareceram os nódulos nas mamas. Queria ter saúde e trabalhar o dia todo, mas não desisto, pois tenho uma filha e um marido.

Recentemente apareceu tireóide, mas o que é para eu passar, ninguém vai passar por mim. Acredito e tenho fé que viverei por muitos anos.

A.I/FW

Tags: dia da mulher, frederico westphalen, só para mulheres

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