No pior momento da pandemia até agora, 10 regiões pedem reconsideração de bandeiras

O governo do Estado recebeu, até a manhã deste domingo (21), dez pedidos de reconsideração ao mapa preliminar da 42ª rodada do Distanciamento Controlado, divulgado na última sexta-feira. Este é o maior número de recursos desde a 30ª semana, em 29 de novembro.

O grande número de recursos se dá justamente quando o Rio Grande do Sul enfrenta o pior momento da pandemia até agora, com onze regiões em bandeira preta e outras dez em bandeira vermelha. Os recursos foram encaminhados tanto por associações de regiões classificadas em bandeira preta, que pedem mudança para vermelha, como por áreas em vermelho que querem regressão para a bandeira laranja.

Entre os pedidos, também houve solicitações de municípios que pedem para se enquadrar na Regra 0-0 (sem óbitos e hospitalizações nos últimos 14 dias).

Os pedidos de reconsideração serão analisados pelo Gabinete de Crise a partir do que for decidido na reunião com o Conselho de Crise para o Enfrentamento da Epidemia Covid-19, que é formado por secretários de Estado, chefes de outros Poderes e representantes de entidades, federações e órgãos públicos, e com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).

Os encontros ocorreram na manhã de segunda-feira,22, e o mapa definitivo será divulgado à tarde. A vigência das novas bandeiras será de 23 de fevereiro a 1º de março.

Independentemente das bandeiras finais, todas as 21 regiões deverão seguir as medidas estabelecidas no Decreto 55.764, publicado neste sábado, que determina a suspensão geral de atividades, incluindo estabelecimentos de atendimento ao público, reuniões, eventos, aglomerações e circulação de pessoas tanto em áreas internas quanto externas, em ambientes públicos ou privados, entre 22h e 5h, todos os dias, até as 5h do dia 2 de março.

 

*Sul 21

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