{"id":65605,"date":"2024-10-15T12:09:46","date_gmt":"2024-10-15T14:09:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/?p=65605"},"modified":"2024-10-15T12:09:46","modified_gmt":"2024-10-15T14:09:46","slug":"descoberto-no-rs-um-dos-mais-antigos-precursores-dos-dinossauros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/descoberto-no-rs-um-dos-mais-antigos-precursores-dos-dinossauros\/","title":{"rendered":"Descoberto no RS um dos mais antigos precursores dos dinossauros"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">O surgimento dos dinossauros foi um dos processos evolutivos mais importantes da hist\u00f3ria da vida na Terra, uma vez que esses r\u00e9pteis dominaram os ecossistemas terrestres por mais de 150 milh\u00f5es de anos. Entretanto, a ascens\u00e3o dos dinossauros ainda \u00e9 um tema muito desafiador de se investigar, especialmente pela escassez de f\u00f3sseis de seus precursores. O Brasil \u00e9 conhecido mundialmente por abrigar alguns dos mais completos e bem&nbsp;preservados f\u00f3sseis dos mais antigos dinossauros do mundo, com aproximadamente 230 milh\u00f5es de anos. Por outro lado, embora essenciais para se entender a origem do grupo, f\u00f3sseis de precursores de dinossauros mais antigos ainda s\u00e3o muito raros. Compreender como foram os precursores dos dinossauros poder\u00e1 ajudar a entender quais as caracter\u00edsticas que foram cruciais para o seu sucesso evolutivo.&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">Ao longo dos \u00faltimos anos, foram reportados achados desse tipo para camadas fossil\u00edferas com aproximadamente 237 milh\u00f5es de anos no Brasil. Contudo, esses f\u00f3sseis s\u00e3o usualmente fragment\u00e1rios e pouco informativos. Uma adi\u00e7\u00e3o a esse cen\u00e1rio se deu agora com a descri\u00e7\u00e3o de uma nova esp\u00e9cie chamada de&nbsp;<i>Gondwanax paraisensis<\/i>. Os f\u00f3sseis da nova esp\u00e9cie foram descobertos no munic\u00edpio de Para\u00edso do Sul, regi\u00e3o central do Rio Grande do Sul, pelo Sr. Pedro Lucas Porcela Aur\u00e9lio. Depois de recolhidos, os materiais foram doados pelo Sr. Aur\u00e9lio para o Centro de Apoio \u00e0 Pesquisa Paleontol\u00f3gica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA\/UFSM) em janeiro de 2024. Durante a triagem dos f\u00f3sseis recebidos pelo CAPPA\/UFSM, o paleont\u00f3logo Rodrigo Temp M\u00fcller notou alguns elementos com caracter\u00edsticas interessantes. O paleont\u00f3logo levou os materiais para o laborat\u00f3rio e iniciou um minucioso trabalho de prepara\u00e7\u00e3o, com uso de \u00e1cido e marteletes pneum\u00e1ticos. Ap\u00f3s dias de trabalho,&nbsp;parte do esqueleto de um r\u00e9ptil at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido foi finalmente revelada. O estudo que apresenta o novo f\u00f3ssil foi conduzido por M\u00fcller e publicado no peri\u00f3dico cient\u00edfico Gondwana Research.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">Os detalhes do esqueleto fossilizado sugerem que o material pertence a um animal da linhagem dos dinossauros, podendo ser um dinossauro propriamente dito ou um parente muito pr\u00f3ximo. Com aproximadamente 237 milh\u00f5es de anos, esse \u00e9 um dos f\u00f3sseis mais antigos dessa linhagem j\u00e1 descobertos. Com base nas dimens\u00f5es dos elementos preservados, estima-se que o Gondwanax paraisensis teria atingido cerca de 1 metro de comprimento. Uma vez que n\u00e3o foram recuperados dentes ou outros elementos cranianos, n\u00e3o foi poss\u00edvel inferir seus h\u00e1bitos alimentares. Ainda assim, a maioria dos animais relacionados a ele foram herb\u00edvoros ou on\u00edvoros, o que torna bastante prov\u00e1vel que ele tamb\u00e9m tivesse esse tipo de dieta. Quanto ao nome, \u201cGondwanax\u201d significa \u201clorde do Gondwana\u201d, referindo-se ao futuro dom\u00ednio que os dinossauros exerceriam na por\u00e7\u00e3o de terra conhecida como Gondwana (regi\u00e3o Sul do Supercontinente Pangeia). J\u00e1 \u201cparaisensis\u201d \u00e9 uma homenagem ao munic\u00edpio de Para\u00edso do Sul.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">O Gondwanax paraisensis foi classificado como membro do grupo denominado \u201cSilesauridae\u201d devido a caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas presentes no f\u00eamur (osso da coxa). Contudo, existe um debate sobre a posi\u00e7\u00e3o que os \u201csilessaur\u00eddeos\u201d ocupavam na \u00e1rvore evolutiva dos dinossauros. Alguns pesquisadores acreditam que esses animais podem ter sido precursores muito pr\u00f3ximos dos dinossauros, enquanto outros sugerem que, em vez de precursores, eles eram dinossauros verdadeiros. Esse conflito de hip\u00f3teses ocorre justamente porque os \u201csilesaur\u00eddeos\u201d apresentam caracter\u00edsticas t\u00edpicas de dinossauros, mas tamb\u00e9m possuem algumas que ainda parecem bastante primitivas. Essa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 observada nos elementos \u00f3sseos de Gondwanax paraisensis. Por exemplo, o f\u00eamur n\u00e3o apresenta uma das principais cristas para ancoragem de m\u00fasculos, que \u00e9 comum em dinossauros. J\u00e1 o seu sacro (regi\u00e3o que conecta a cintura com a coluna) parece bastante avan\u00e7ada, uma vez que apresenta mais v\u00e9rtebras do que outros \u201csilessaur\u00eddeos\u201d com idade similar. Essa incomum combina\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas pode indicar que o Gondwanax paraisensis locomovia-se de maneira distinta dos outros precursores dos dinossauros.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">A descoberta do Gondwanax paraisensis em rochas com aproximadamente 237 milh\u00f5es de anos na regi\u00e3o central do Rio Grande do Sul destaca a import\u00e2ncia do Brasil no cen\u00e1rio internacional do estudo da origem dos dinossauros. Enquanto h\u00e1 cerca de 10 anos os f\u00f3sseis de dinossauros eram comemorados com enorme entusiasmo pelos paleont\u00f3logos que realizavam escava\u00e7\u00f5es no Rio Grande do Sul, hoje eles se tornaram mais abundantes, levando os pesquisadores a buscar vest\u00edgios ainda mais antigos, como o Gondwanax paraisensis. O achado demonstra que, al\u00e9m de preservar alguns dos dinossauros do mundo,&nbsp;o Brasil tamb\u00e9m abriga f\u00f3sseis dos r\u00e9pteis que marcaram o in\u00edcio da hist\u00f3ria evolutiva dos dinossauros, revelando detalhes at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidos dessa trajet\u00f3ria que transformou os ecossistemas terrestres durante a Era Mesozoica.<\/p>\n<p><b>Pontos principais<\/b><br \/>\n\u25cf Gondwanax paraisensis \u00e9 um novo \u201csilessaur\u00eddeo\u201d. \u201cSilesauridae\u201d \u00e9 um grupo extinto de r\u00e9pteis que fazem parte de um grupo maior chamado de dinossauromorfos. Ainda se discute se os \u201csilessaur\u00eddeos\u201d foram dinossauros \u201cverdadeiros\u201d ou n\u00e3o. Ou seja, ele pode ter sido um dinossauro ou um precursor dos dinossauros.<br \/>\n\u25cf O Gondwanax paraisensis \u00e9 um dos dinossauromorfos mais antigos j\u00e1 descobertos no mundo.<br \/>\n\u25cf Apesar de muito antigo, apresentava uma regi\u00e3o sacral bastante desenvolvida em compara\u00e7\u00e3o a outros r\u00e9pteis que coexistiram com ele.<br \/>\n\u25cf A ocorr\u00eancia do Gondwanax paraisensis em camadas fossil\u00edferas que j\u00e1 haviam revelado outros f\u00f3sseis de \u201csilessaur\u00eddeos\u201d indica que esses dinossauromorfos foram bastante diversos, mesmo durante as fases iniciais da evolu\u00e7\u00e3o do grupo.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><br \/>\n<b>Anatomia e tamanho<\/b><br \/>\n\u25cf Gondwanax paraisensis atingiu cerca de 1 metro de comprimento com base nos f\u00f3sseis recuperados. Contudo, existem \u201csilessaur\u00eddeos\u201d relativamente maiores. Sendo assim, novos achados podem vir a mudar a ideia que se tem sobre o tamanho que ele atingia.<br \/>\n\u25cf Ele pesava entre 3 e 6 kg.<br \/>\n\u25cf Gondwanax paraisensis possivelmente sustentava-se em quarto patas e andava em terra. Como n\u00e3o foram recuperados elementos do membro anterior, a postura \u00e9 inferida com base no grau de parentesco com outros \u201csilessaur\u00eddeos\u201d<br \/>\n\u25cf A maior parte dos \u201csilessaur\u00eddeos\u201d foi on\u00edvora ou herb\u00edvora. Por conta disso, \u00e9 prov\u00e1vel que o Gondwanax paraisensis tenha dito uma dieta similar. Essa informa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 amb\u00edgua pelo fato de que restos dos dentes ou do cr\u00e2nio dele ainda n\u00e3o foram descobertos.<br \/>\n\u25cf Como outros dinossauromorfos, ele teve o quadril e as pernas com muitas estruturas \u00f3sseas especializadas e que indicam uma capacidade de locomo\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada em rela\u00e7\u00e3o a outros r\u00e9pteis que viveram com ele.<br \/>\n\u25cf As v\u00e9rtebras de constitui\u00e7\u00e3o gr\u00e1cil refor\u00e7am que ele foi um animal \u00e1gil e leve.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><b>Idade e geografia<\/b><br \/>\n\u25cf A Era Mesozoica inclui os Per\u00edodos Tri\u00e1ssico, Jur\u00e1ssico e Cret\u00e1ceo.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">\u25cf O Per\u00edodo Tri\u00e1ssico estendeu-se de 252 a 201 milh\u00f5es de anos. Durante esse momento, surgiram os dinossauros, pterossauros, mam\u00edferos tartarugas, lagartos e parentes dos jacar\u00e9s e crocodilos.<br \/>\n\u25cf Gondwanax paraisensis viveu h\u00e1 237 milh\u00f5es de anos, entre a transi\u00e7\u00e3o do Tri\u00e1ssico M\u00e9dio para o Tri\u00e1ssico Superior.<br \/>\n\u25cf Os f\u00f3sseis de Gondwanax paraisensis foram descobertos no munic\u00edpio de Para\u00edso do Sul, Rio Grande do Sul. As rochas do s\u00edtio em que ele foi descoberto pertencem a unidade geol\u00f3gica chamada de Forma\u00e7\u00e3o Santa Maria.<br \/>\n\u25cf Durante o Per\u00edodo Tri\u00e1ssico os continentes estavam unidos em uma massa de terra chamada de Pangeia. O clima era muito mais quente do que hoje em dia.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><b>Descoberta<\/b><br \/>\n\u25cf Os restos f\u00f3sseis do Gondwanax paraisensis foram descobertos pelo Sr. Pedro Lucas Porcela Aur\u00e9lio em um s\u00edtio fossil\u00edfero chamado de \u201cLinha V\u00e1rzea 2\u201d, situado no munic\u00edpio de Para\u00edso do Sul, Rio Grande do Sul. Os materiais foram doados ao Centro de Apoio \u00e0 Pesquisa Paleontol\u00f3gica da Universidade Federal de Santa Maria, onde o paleont\u00f3logo Dr. Rodrigo Temp M\u00fcller realizou a prepara\u00e7\u00e3o e o estudo dos f\u00f3sseis.<br \/>\n\u25cf Os f\u00f3sseis estavam revestidos por uma espessa camada de rocha, impedindo que pudessem ser vis\u00edveis por inteiro antes da prepara\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u25cf Al\u00e9m do Gondwanax paraisensis, o s\u00edtio fossil\u00edfero \u201cLinha V\u00e1rzea 2\u201d tamb\u00e9m j\u00e1 revelou f\u00f3sseis de cinodontes (precursores dos mam\u00edferos), dicinodontes (parentes mais distantes dos mam\u00edferos) e o Parvosuchus aurelioi, um pequeno parente distante dos jacar\u00e9s e crocodilos.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><br \/>\n<b>CAPPA<\/b><br \/>\n\u25cf Os restos f\u00f3sseis do Gondwanax paraisensis, assim como uma s\u00e9rie de outros f\u00f3sseis, est\u00e3o depositados no Centro de Apoio \u00e0 Pesquisa Paleontol\u00f3gica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA\/UFSM) que fica localizado no munic\u00edpio de S\u00e3o Jo\u00e3o do Pol\u00easine, Rio Grande do Sul. O munic\u00edpio faz parte do&nbsp;Geparque Quarta Col\u00f4nia UNESCO. No centro de pesquisa h\u00e1 uma exposi\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis que pode ser visitada sem custo.<\/p>\n<p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><b>Cita\u00e7\u00f5es<\/b><br \/>\n-Dr. Rodrigo Temp M\u00fcller, CAPPA, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil:<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><br \/>\n<i>\u201cAs descobertas da \u00faltima d\u00e9cada nos permitiram reconstruir completamente o esqueleto dos primeiros dinossauros. Agora, enfrentamos um desafio ainda maior: entender a anatomia das formas que existiram antes desses dinossauros. Felizmente, novos achados, como o Gondwanax paraisensis, t\u00eam nos ajudado a resolver essa quest\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p><\/i><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\">\u201cEssa descoberta se deve ao profundo entusiasmo do Sr. Pedro Aur\u00e9lio pela prospec\u00e7\u00e3o e seu amor pelos f\u00f3sseis. Foi ele quem percebeu algo diferente no solo e teve o cuidado de recolher esse material, doando-o ao nosso centro de pesquisa.\u201d<\/p>\n<p><\/span><\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: verdana, sans-serif;\"><i>\u201cEnquanto organizava os materiais doados pelo Sr. Aur\u00e9lio, um f\u00eamur chamou minha aten\u00e7\u00e3o. Ao vasculhar os itens associados a ele, percebi que havia v\u00e1rios elementos t\u00edpicos de silessaur\u00eddeos. Foi incr\u00edvel!\u201d<\/i><br \/>\n<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Fonte: Assessoria de Imprensa UFSM<a href=\"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/descoberto-no-rs-um-dos-mais-antigos-precursores-dos-dinossauros\/equipe-da-ufsm-realizando-prospeccao-em-paraiso-do-sul-rs-fotografia-por-janaina-brand-dillmann-1\/\" rel=\"attachment wp-att-65606\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-65606\" src=\"http:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1680\" height=\"1120\" srcset=\"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1.jpg 1680w, https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Equipe-da-UFSM-realizando-prospeccao-em-Paraiso-do-Sul-RS-fotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-1-1200x800.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1680px) 100vw, 1680px\" \/><\/a><\/em><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O surgimento dos dinossauros foi um dos processos evolutivos mais importantes da hist\u00f3ria da vida na Terra, uma vez que esses r\u00e9pteis dominaram os ecossistemas terrestres por mais de 150&#8230;<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":65606,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[44,46,28,33],"tags":[6877,6878,148],"class_list":["post-65605","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-estado","category-destaque","category-noticias","tag-descoberta","tag-dinossauros","tag-ufsm"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65605","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65605"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65605\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65606"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65605"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65605"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65605"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}