{"id":42312,"date":"2020-09-07T17:21:11","date_gmt":"2020-09-07T19:21:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.comunitaria.com.br\/?p=42312"},"modified":"2020-09-07T17:21:11","modified_gmt":"2020-09-07T19:21:11","slug":"pandemia-pode-reduzir-acesso-de-criancas-refugiadas-a-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.comunitaria.com.br\/en\/pandemia-pode-reduzir-acesso-de-criancas-refugiadas-a-educacao\/","title":{"rendered":"Pandemia pode reduzir acesso de crian\u00e7as refugiadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"region region-content\">\n<article class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-12 mb-3\">\n<div class=\"row\">\n<h2 class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-750 display-6 display-md-4 display-lg-5 font-weight-bold alt-font text-center my-1\"><em style=\"font-size: 16px; font-weight: 400;\">Relat\u00f3rio \u00e9 do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados<\/em><\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xl-7 offset-xl-1 col-lg-8 offset-lg-0 col-md-10 offset-md-1 mb-3\">\n<div class=\"post-item alt-font\">\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p>Ainda que a pandemia de covid-19 tenha afetado a rotina escolar de crian\u00e7as em todo o mundo, a situa\u00e7\u00e3o de estudantes refugiados causa preocupa\u00e7\u00e3o entre especialistas. De acordo com o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (Acnur), a converg\u00eancia de obst\u00e1culos que se acentuaram com a crise sanit\u00e1ria pode resultar na nega\u00e7\u00e3o ao direito de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. O alerta consta no relat\u00f3rio&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/www.unhcr.org\/media-page-coming-together-for-refugee-education.html#_ga=2.177533093.1058516230.1599140130-1288715722.1599140130\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Unindo For\u00e7as pela Educa\u00e7\u00e3o de Pessoas Refugiadas<\/a><\/em>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1387121&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1387121&amp;o=node\"><\/p>\n<p>De acordo com a entidade, at\u00e9 o final de 2019, 79,5 milh\u00f5es de pessoas foram sujeitadas a deslocamentos for\u00e7ados, das quais 26 milh\u00f5es tiveram formalmente o reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de refugiadas. No per\u00edodo, 264 mil recorreram ao governo brasileiro para reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio. Desse total, cerca de 50 mil refugiados, de 55 nacionalidades, adquiriram o status formalmente, sendo que 90% eram provenientes da Venezuela e 4% crian\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio apresentado foi feito com base na an\u00e1lise de dados de 12 pa\u00edses, que concentram mais da metade da popula\u00e7\u00e3o de refugiados (Chade, Eti\u00f3pia, Iraque, Jord\u00e2nia, L\u00edbano, Paquist\u00e3o, Qu\u00eania, Ruanda, Sud\u00e3o do Sul, Tanz\u00e2nia, Turquia e Uganda).<\/p>\n<p>O alerta, entretanto, vale para outras localidades j\u00e1 que \u00e9 poss\u00edvel que haja recrudescimento das dificuldades entre crian\u00e7as e adolescentes refugiadas em idade escolar.<\/p>\n<p>No Brasil, com a pandemia e a digitaliza\u00e7\u00e3o das salas de aula, a&nbsp;exclus\u00e3o escolar para as camadas mais pobres da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 realidade, segundo relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco).<\/p>\n<p>Segundo a chefe do escrit\u00f3rio do Acnur em S\u00e3o Paulo, Maria Beatriz Nogueira, a anula\u00e7\u00e3o de direitos ocorreu n\u00e3o apenas quanto \u00e0 oferta educacional, mas em termos de conectividade, algo essencial em uma fase na qual o ensino remoto se consolida. Tamb\u00e9m foram relatados problemas de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, habita\u00e7\u00e3o, transporte, saneamento b\u00e1sico e oportunidades de emprego.<\/p>\n<p>Ela destaca, ainda, que a inser\u00e7\u00e3o no ambiente escolar \u00e9 um dos principais mecanismos, sen\u00e3o o principal, de integra\u00e7\u00e3o local&nbsp; das fam\u00edlias.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;As crian\u00e7as come\u00e7am uma atividade di\u00e1ria, o ensino da l\u00edngua local \u00e9 potencializado de uma forma exponencial, os pais come\u00e7am a conviver, preconceitos come\u00e7am a ser desfeitos, novos apoios come\u00e7am a surgir. Ent\u00e3o, sempre, de nossa experi\u00eancia, \u00e9 uma das principais ferramentas, sen\u00e3o a principal, de inclus\u00e3o social das fam\u00edlias e isso est\u00e1 cada vez mais distante nesse contexto de pandemia&#8221;, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<p class=\"alt-font font-italic my-2 small text-info\"><em>*Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n<p>(Foto: Ant\u00f4nio Cruz)<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat\u00f3rio \u00e9 do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados Ainda que a pandemia de covid-19 tenha afetado a rotina escolar de crian\u00e7as em todo o mundo, a situa\u00e7\u00e3o de estudantes refugiados causa preocupa\u00e7\u00e3o entre especialistas. 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