Skip to content

Menu

  • Notícias
    • Fred. West.
      • Esportes
      • Política
    • Brasil
    • Economia
    • Estado
    • Região
    • Saúde
  • Programação
  • Locutores
  • Histórico

Archives

  • February 2026
  • January 2026
  • December 2025
  • November 2025
  • October 2025
  • September 2025
  • August 2025
  • July 2025
  • June 2025
  • May 2025
  • April 2025
  • March 2025
  • February 2025
  • January 2025
  • December 2024
  • November 2024
  • October 2024
  • September 2024
  • August 2024
  • July 2024
  • June 2024
  • May 2024
  • April 2024
  • March 2024
  • February 2024
  • January 2024
  • December 2023
  • November 2023
  • October 2023
  • September 2023
  • August 2023
  • July 2023
  • June 2023
  • May 2023
  • April 2023
  • March 2023
  • February 2023
  • January 2023
  • December 2022
  • November 2022
  • October 2022
  • September 2022
  • August 2022
  • July 2022
  • June 2022
  • May 2022
  • April 2022
  • March 2022
  • February 2022
  • January 2022
  • December 2021
  • November 2021
  • October 2021
  • September 2021
  • August 2021
  • July 2021
  • June 2021
  • May 2021
  • April 2021
  • March 2021
  • February 2021
  • January 2021
  • December 2020
  • November 2020
  • October 2020
  • September 2020
  • August 2020
  • July 2020
  • June 2020
  • May 2020
  • April 2020
  • March 2020
  • February 2020
  • January 2020
  • December 2019
  • November 2019
  • October 2019
  • September 2019
  • August 2019
  • July 2019
  • June 2019
  • May 2019
  • April 2019
  • March 2019
  • February 2019
  • January 2019
  • December 2018
  • November 2018
  • October 2018
  • September 2018
  • August 2018
  • July 2018
  • June 2018
  • May 2018
  • April 2018
  • March 2018
  • February 2018
  • January 2018
  • December 2017
  • November 2017
  • October 2017
  • September 2017
  • August 2017
  • July 2017
  • June 2017
  • May 2017
  • April 2017
  • March 2017
  • February 2017
  • January 2017
  • December 2016
  • November 2016
  • October 2016
  • September 2016
  • August 2016
  • July 2016
  • June 2016
  • May 2016
  • April 2016
  • March 2016
  • February 2016
  • January 2016
  • December 2015
  • November 2015
  • October 2015
  • September 2015
  • August 2015
  • July 2015
  • June 2015
  • May 2015
  • April 2015
  • March 2015
  • February 2015
  • January 2015
  • December 2014
  • November 2014
  • October 2014
  • September 2014
  • May 2014
  • April 2014

Calendar

February 2026
S M T W T F S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
« Jan    

Categories

  • AEFW
  • Agricultura
  • Agricultura familiar
  • Áudio
  • Boletim do Samu 192
  • Boletim dos Bombeiros
  • Brasil
  • Campeonatos Locais
  • Canta Frederico
  • Cotrifred
  • creluz
  • Cresol
  • Crônicas e Colunas
  • cultura
  • Destaque Transição
  • Dupla Grenal
  • Economia
  • Educação
  • Eleições 2016
  • Eleições 2020
  • Eleições 2022
  • Enquete
  • Entrevista
  • esporte
  • Esportes
  • Estado
  • Fato ou fake
  • Fred. West.
  • Fred. West.
  • Meio Ambiente
  • Mundo
  • Música
  • Notícia Destaque
  • Notícias
  • Opinião
  • Polícia
  • Política
  • Previsão do Tempo
  • Região
  • Rural
  • Saúde
  • Saúde
  • Sesc
  • Sicredi
  • Trânsito
  • UFSM/FW
  • União Frederiquense
  • Variedades

Copyright Rádio Comunitária 87.9 FM 2026 | Theme by ThemeinProgress | Proudly powered by WordPress

Rádio Comunitária 87.9 FM
  • Notícias
    • Fred. West.
      • Esportes
      • Política
    • Brasil
    • Economia
    • Estado
    • Região
    • Saúde
  • Programação
  • Locutores
  • Histórico
You are here :
  • Home
  • Notícias
  • Você sabe o que é o “mal da vaca louca”? Entenda

Você sabe o que é o “mal da vaca louca”? Entenda

A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) é uma doença do sistema nervoso dos bovinos, que tem um longo período de incubação entre dois e oito anos, e ocasionalmente mais longo. Atualmente não há tratamento ou vacina contra o agravo.

Faz parte de um grupo de doenças conhecidas como encefalopatias espongiformes transmissíveis, ou doenças causadas por príons, caracterizadas pelo acúmulo no tecido nervoso de uma proteína infecciosa anormal chamada príon. Este grupo inclui a variante da doença de Creutzfeldt-Jakob, que afeta humanos.

A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) clássica foi diagnosticada pela primeira vez em bovinos no Reino Unido em 1986, mas provavelmente estava presente na população bovina do país desde a década de 1970 ou antes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Em seguida, foi relatada em 25 países além do Reino Unido, principalmente na Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte.

Atualmente, como resultado da implementação bem-sucedida de medidas eficazes de controle, a prevalência da EEB clássica é extremamente baixa, assim como seu impacto sanitário global e risco à saúde pública.

A doença pode ser dividida em duas formas, segundo a OIE. A versão clássica ocorre através do consumo de alimentos contaminados. Embora a forma clássica tenha sido identificada como uma ameaça significativa na década de 1990, sua ocorrência diminuiu acentuadamente nos últimos anos, como resultado da implementação bem-sucedida de medidas de controle eficazes, e agora é estimada como extremamente baixa.

Já a versão atípica refere-se a formas de ocorrência natural e esporádica, que se acredita ocorrerem em todas as populações de bovinos a uma taxa muito baixa e que só foram identificadas em bovinos mais velhos durante a vigilância intensiva.

No início dos anos 2000, príons atípicos causadores de vaca louca atípica foram identificados como resultado de vigilância aprimorada para encefalopatias espongiformes transmissíveis. O número de casos atípicos é insignificante, segundo a OIE.

De fato, embora até o momento não haja evidências de que a versão atípica seja transmissível, a ‘reciclagem’ do agente da vaca louca atípica não foi descartada e, portanto, medidas para gerenciar o risco de exposição na cadeia alimentar continuam a ser recomendadas como medida de precaução.

Transmissão da vaca louca
A compreensão clara da origem e desenvolvimento da doença em animais ainda depende de avanços em estudos científicos. No entanto, ficou provado que certos tecidos de animais infectados, os chamados materiais de risco especificados, têm maior probabilidade de conter e, portanto, transmitir o príon da doença. De acordo com o Código de Saúde Animal Terrestre, esses tecidos incluem cérebro, olhos, medula espinhal, crânio, coluna vertebral, amígdalas e íleo distal.

Os cientistas acreditam que o gado geralmente é infectado através da ingestão de alimentos contaminados com príons durante o primeiro ano de vida. O risco de contaminação ocorre se a ração contiver produtos derivados de ruminantes, como farinha de carne e ossos, que é o produto proteico obtido pela transformação de certas partes de carcaças de animais, inclusive de pequenos ruminantes e bovinos de criação, que não são utilizados para consumo humano.

O príon infeccioso é resistente a procedimentos comerciais de inativação, como calor, o que significa que não pode ser destruído no processo de graxaria – aproveitamento de restos de animais. A incidência de vaca louca foi muito maior em bovinos leiteiros do que bovinos de corte, já que geralmente os rebanhos leiteiros são alimentados com rações concentradas que, antes da introdução de controles mais rigorosos, continham farinha de carne e ossos.

Enquanto isso, não há evidências de transmissão direta entre animais (transmissão horizontal) e poucos dados suportam que a doença seja transmitida de mãe para filho (transmissão vertical).

Risco à saúde pública
A provável transmissão da doença para humanos, supostamente causada na doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), juntamente com a incapacidade de prever o tamanho da epidemia da variante em humanos desencadeou uma crise de saúde pública durante os anos 1990. Até o momento, o número de casos clínicos da doença em humanos identificados é extremamente baixo.

Existem indicações convincentes de que a doença de Creutzfeldt-Jakob pode ser adquirida através do consumo de carne bovina contaminada ou contato com dispositivos médicos contaminados com príons da doença. No entanto, a OIE destaca que a exposição alimentar à carne vermelha (ou seja, músculo esquelético desossado), leite e produtos lácteos é considerada segura.

Para prevenir a infecção humana e animal, e a reciclagem e amplificação de príons, muitos países impuseram a remoção sistemática de tecidos que podem conter uma quantidade significativa de infecciosidade pela doença, denominados “materiais de risco especificados”, de carcaças bovinas. Esta medida, juntamente com a proibição do uso de proteínas animais processadas na alimentação de ruminantes, demonstrou ser altamente eficiente no controle da exposição aos agentes da vaca louca.

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) destaca que a produção de produtos farmacêuticos humanos e veterinários e de dispositivos médicos ou cosméticos deve obedecer a requisitos rígidos e, idealmente, evitar o uso de materiais bovinos ou materiais de outras espécies animais nas quais ocorrem naturalmente doenças causadas por príons.

Sinais clínicos
O tempo entre o momento em que um animal se infecta com o agente da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) e o aparecimento dos sinais clínicos é de dois a oito anos.

Portanto, os sinais clínicos de BSE são encontrados em animais adultos, que podem demonstrar alguns dos seguintes sinais clínicos:

comportamento nervoso ou agressivo;
depressão;
hipersensibilidade ao som e ao toque, espasmos, tremores;
postura anormal;
falta de coordenação e dificuldade em se levantar da posição deitada;
perda de peso ou diminuição da produção de leite.
O curso da doença é geralmente subagudo a crônico, e os animais afetados apresentam sinais neurológicos progressivos.

Não há tratamento eficaz e os animais afetados inevitavelmente morrerão se a doença seguir seu curso.

Diagnóstico
Pode-se suspeitar de EEB com base nos sinais clínicos.

Até o momento, não existe método que permita confirmar a presença do agente da vaca louca em animais vivos, segundo a OIE.

Conforme indicado no Manual de Testes Diagnósticos e Vacinas para Animais Terrestres da OIE, o diagnóstico pode ser obtido por histopatologia (ou seja, exame microscópico) da medula oblonga (uma parte do cérebro).

No entanto, a histopatologia como método primário não seria apropriado para nenhum dos fluxos de vigilância da doença. A confirmação do diagnóstico é feita com métodos laboratoriais, incluindo técnicas de imuno-histoquímica.

Prevenção e controle
De acordo com a OIE, uma estratégia eficaz para prevenir a introdução ou lidar com ocorrências de EEB inclui:

vigilância direcionada de ocorrências de doença neurológica clínica;
transparência na comunicação dos resultados;
salvaguardas sobre a importação de espécies vivas de ruminantes e seus produtos;
remoção de materiais de risco especificados (cérebro, coluna vertebral) durante o abate e processamento de carcaças;
proibição da inclusão de materiais de risco especificados em rações animais;
destruição humanitária de todos os animais suspeitos expostos a ração contaminada com príon;
identificação do gado para permitir a vigilância eficaz e rastreamento de gado suspeito.

Leave a Reply Cancel reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *


CAPTCHA Image[ Atualizar Imagem ]
February 2026
S M T W T F S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
« Jan    

Copyright Rádio Comunitária 87.9 FM 2026 | Theme by ThemeinProgress | Proudly powered by WordPress

Go to mobile version
EnglishEnglish
PortuguesePortuguese