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As presidentes: histórias e exemplos de mulheres líderes de cooperativas no RS

Democracia e igualdade são alguns dos pilares do cooperativismo que asseguram os direitos fundamentais entre as pessoas. Para garantir tais preceitos o ramo cooperativista busca agir em prol da representatividade cada vez maior do universo feminino dentro das cooperativas, o que nos faz refletir sobre o espaço das mulheres em todos os níveis hierárquicos no ambiente de trabalho.

No Brasil já são mais de 5,9 milhões de cooperadas e, somente do Rio Grande do Sul, as mulheres são mais de 459 mil. O estado gaúcho também se destaca em outro quesito: mais de 40 cooperativas são presididas por mulheres, segundo dados do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande Do Sul (Ocergs-Sescoop/RS).

A presença feminina  tem crescido  nos últimos anos, não somente na quantidade de cooperadas,  mas também na força de trabalho e em cargos de liderança dentro das cooperativas.

 

As Presidentes “No Mapa”: Veja as cidades sedes de cooperativas com mulheres presidentes

 


 

A diretora do sistema Ocergs/Sescoop e presidente da FetrabalhoRS, Margaret da Cunha, é reverenciada por sua trajetória de defensa dos direitos da mulher no cooperativismo brasileiro. Para ela há um grande caminho a ser trilhado: “ Nós precisamos continuar batalhando pelos nossos espaços, para cada vez mais nos integrarmos aos conselhos, as diretorias, aos lugares de gestão.” Comenta Margaret.

Promover a igualdade de gênero está entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas em 2015, e para tal promoção é necessário que as diretoras e presidentes do futuro enxerguem no presente bons exemplos, e dentro do cooperativismo gaúcho esses exemplos são facilmente encontrados.

 

Mulher, campesina, cooperada e presidente

 

A força de liderança da mulher cooperativista gaúcha está exemplificada na história de Roseli Canzarolli, presidente da Coperav, Cooperativa Dos Produtores Orgânicos Da Reforma Agrária De Viamão, uma organização de agricultores e agricultoras assentados da reforma agrária do Assentamento Filhos de Sepé, o maior do Rio Grande do Sul.

A cooperativa foi fundada em agosto de 2009 com o objetivo de organizar a produção orgânica de alimentos e sua comercialização, mas mesmo antes em 2002, as famílias agricultoras já se organizavam de forma coletiva ao criar uma associação para fomentar a produção orgânica do arroz.

A iniciativa dessa nova forma de gerir a produção teve participação fundamental das mulheres da comunidade. “O trabalho na lavoura de arroz sempre envolveu basicamente mão de obra masculina, então as mulheres que estavam na fundação da cooperativa resolveram fazer alguma coisa que também envolvesse mão de obra feminina. Não queríamos ser apenas mais um cooperado, queríamos participar ativamente”, explica a presidente Roseli.

A presidente também comenta sobre as primeiras ações desse grupo de mulheres e como isso foi fundamental para o desenvolvimento da cooperativa:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ROSELI-01.mp3

 

Mulher e líder de uma cooperativa, Roseli Canzarolli enxerga avanços no cenário de oportunidades femininas, no entanto, também salienta que os desafios ainda são enormes: “Eu sempre digo que igualdade leva a liberdade, e esse debate é de extrema importância, apesar de muitos avanços existe uma caminhada longa pela frente”, salienta.

Essa caminhada longa que Roseli se refere diz respeito a luta por mais oportunidades e também condições igualitárias, como ela mesmo comenta:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ROSE-02.mp3

Para Rose, como também é conhecida, o ambiente cooperativista é um ótimo lugar para as mulheres mostrarem todo seu potencial:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ROSE-03.mp3

Além de presidente da Coperav, Roseli também é veterinária, o que duplica sua jornada de trabalho, o que no Brasil é rotina para milhões de mulheres. 

Roseli Canzarolli lidera a Cooprav e representa a mulher nas cooperativas no campo (Foto: Arquivo Pessoal)

 

“Um desafio enorme ser mãe e presidente de uma cooperativa”

 

A jornada dupla de trabalho é realidade para milhões de mulheres que dividem o seu tempo entre emprego e outras atribuições em casa, fruto de uma imposição cultural muito presente no Brasil. Profissional, mãe e esposa, palavras que fazem parte da rotina de muitas mulheres que encontram horas em dias intermináveis. Conviver com essa realidade não afastou Marigaiane Medeiros, de 37 anos, do desafio de ser presidente da Cooperativa Sul Ecológica, de Pelotas.

A Sul ecológica é uma instituição cooperativa que congrega os produtores ecologistas da microrregião de Pelotas. Atualmente são 150 famílias cooperadas, que produzem alimentos seguindo os princípios da agroecologia.  As atividades da Sul Ecológica contemplam a organização social da produção, através do planejamento feito com os agricultores, com o objetivo de atender a demanda dos mercados que a cooperativa acessa, bem como a melhoria da qualidade de vida no meio rural.

Marigaiane, que é técnica em agropecuária, filiou-se na cooperativa em 2008 e anos depois, em uma das eleições, foi indicada pelos agricultores cooperados como a primeira mulher presidente da cooperativa. “Fui eleita presidente e além disso sou mãe de três filhos, é um desafio enorme ser mãe e presidente de uma cooperativa então minha vida é agitada, mas um agito bom”, explica a presidente.  Sobre a experiência, a própria Marigaiane comenta os desafios:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marigane-01.mp3

Ser presidente mulher e jovem elevou os desafios de liderança que Marigaiane precisou superar:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marigaiane-02.mp3

Dentro do cooperativismo, exemplos como o de Marigaiane são muito positivos, e a presidente enxerga um futuro com cada vez mais mulheres em cargos de chefia:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marigaiane-03-1.mp3

 

Juventude mira em bons exemplos para aumentar representatividade

 

O futuro do cooperativismo já pode ser visto no presente.  Na cidade de Santa Maria, uma cooperativa fundada em 1987 mostra que que os jovens podem desempenhar os valores e pilares da cooperação: A Cespol – Cooperativa dos Estudantes do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria. 

Presente em ações de ensino, pesquisa e extensão, a Cespol desempenha sua função contribuindo para a formação empreendedora e social dos educandos, permitindo aos acadêmicos, principalmente os do Curso de Gestão de Cooperativas e do Técnico em Cooperativismo, a vivência prática dos saberes vivenciados em sala de aula. Uma cooperativa de alunos feita para alunos. 

Jéssica Diefenbach ocupou um espaço de liderança dentro  da cooperativa. Ela foi presidente por dois mandatos e conseguiu colaborar para o avanço de muitas questões e representou a cooperativa em ocasiões em que os demais participantes eram em sua maioria homens.” A gente chegava nos locais e a maioria era homem [..] precisava mostrar que tinha voz e conhecimento. ” afirma Jéssica

No vídeo abaixo você pode conferir a integra da entrevista com Jéssica Dienfenbach, ex-presidente da Cespol:

 

Com o exemplo positivo de Jéssica, a Cespol confirmou a tendência de protagonismo das mulheres em suas gestões e elegeu como nova presidente Kerli Hoppe. “É muito gratificante onde tenho a possibilidade de colocar em prática tudo que aprendo em sala de aula, além de ter a possibilidade de conhecer outras cooperativas e realidades. Acredito que também a o final do mandato tenho muito a aprender e crescer ainda.” Comenta a atual presidente.

Kerli também sabe da importância que a ex-presidente Jéssica teve para a representatividade da mulher na cooperativa: “Tive a oportunidade de trabalhar em duas gestões com ela, na primeira como 1° gerente e na segunda como vice-presidente. Ela me ensinou muito, passou diversos conhecimentos. Sem ajuda dela seria difícil encarrar esse desafio de ser presidente”, explica. 

 

 

Trabalho duro e oportunidades para crescer

 

 

Em um país de maioria feminina o que costuma aumentar ou diminuir o abismo de desigualdade entre homens e mulheres é uma palavra chave: oportunidade. Foi com uma oportunidade e muito trabalho duro que Angelita Cadoná foi eleita em 2019 presidente do conselho de administração da Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG, uma instituição de crédito com mais de 90 mil cooperados.

Angelita ingressou na instituição em 1993, com o cargo de caixa, mas passou por muitas outras funções ao longo do tempo, tendo trabalho em mais de uma cidade.

As oportunidades recebidas por meio de sua dedicação e talento proporcionaram à Angelita um crescimento profissional e pessoal digno de quem, segundo as próprias palavras, entende o cooperativismo como um estilo de vida. “ Eu escolhi o cooperativismo como estilo de vida pois acredito que juntos, independente de faixa etária ou gênero, podemos construir uma sociedade mais justa e próspera.” Comenta Angelita

A trajetória da atual presidente é marcada pelo pioneirismo e pelo desenvolvimento construído com muito profissionalismo, como comenta Angelita:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/angelita-01.mp3

A presidente também comenta sobre o enorme desafio de ser líder em uma cooperativa tão importante, desafio que segundo ela vai além do gênero:

http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2021/07/angelita-02.mp3

Sob a presidência de Angelita, a Sicredi Alto Uruguai tem intensificado ações e programas como o Programa Sicredi Mulher, que tem foco no autodesenvolvimento e no empreendedorismo. “Quando uma mulher se propõe a aprimorar seus conhecimentos, vivenciar novas experiências e empreender em novos desafios, ela vira protagonista de sua própria história”, ressalta a presidente.

 

A cooperação em prol dos oprimidos 

Imanjara Marques é outro exemplo da força da mulher cooperativista. Ela é presidente da A Cootravipa,  uma cooperativa de trabalho que atua a mais de 37 anos no mercado com objetivo de oportunizar trabalho, renda e desenvolvimento social a todos,  mas principalmente àqueles que por diversas razões são discriminados pelo mercado de trabalho convencional,  como portadores de HIV, pessoas com mais de 60 anos, mulheres arrimo de família, apenados com ou sem tornozeleira eletrônica, transexuais, portadores de necessidades especiais, pessoas em condição de rua, dependentes químicos entre outros. 

Com uma vida dedicada ao cooperativismo, Imanjara carrega os pilares da cooperação desde a infância: “tenho os princípios cooperativistas em meu DNA. Minha mãe e pai são sócios fundadores da Cootravipa, hoje estamos na terceira geração de cooperativistas, com minha filha atuando também como sócia na cooperativa. “

A atual presidente iniciou trajetória profissional na cooperativa com 17 anos de idade desempenhando a função de digitadora. Ao longo de 28 anos desempenhou as mais variadas atividades em diversos departamentos da instituição, protagonizando a implantação de vários projetos e melhorias.

Segundo Imanjara, em 2017, em meio a uma grave crise institucional e financeira devido ao alto nível de inadimplência por parte de nossos principais clientes, assumiu a presidência juntamente com mais duas diretoras mulheres no conselho diretor, com o objetivo de resgatar a saúde financeira da cooperativa, um enorme desafio: 

“Após muito trabalho duro que mais do que nunca exigiu a união, empenho e cooperação de todos os associados, com a graça de Deus, encerramos nossa gestão com a saúde financeira de nossa cooperativa plenamente restaurada, conquistamos novos contratos e duplicamos nosso faturamento criando assim mais 900 postos de trabalho. ” Explica a presidente.

Sobre a participação feminina no cooperativismo, Imanjara crê em boas perspectivas: “O ambiente cooperativo com suas práticas de participação democrática oferece terra fértil e condições ideais para um aumento cada vez maior do protagonismo da mulher dentro das estruturas cooperativas. Estimular e promover o protagonismo feminino é legitimar ainda mais o Cooperativismo”

Imanjara Marques tem uma vida dedicada ao cooperativismo (Fonte: Reprodução Facebook)

 

Por indicação da OCERGS, Imanjara  desempenha também a função de embaixadora,  representando o gênero feminino na Organização das Cooperativas do Brasil – OCB.

Angelita, Roseli, Kerli, Jéssica, Marigaiane , Margaret e Imanjara  provam que as cooperativas exercem  empoderamento das cooperadas respeitando os valores e preceitos da cooperação. Elas mostram também que, é cada vez mais necessário, a criação de políticas institucionais de valorização da mulher, e também das demais minorias.

 

 

 

Reportagem: Rodrigo D’avila

Crédito: Ilustração Mapa: Romeu&Julieta Estúdio

 

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