Após assembleia realizada na última sexta-feira, 13, no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, o CPERS (Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul) decidiu entrar em greve por tempo indeterminado. Os professores pedem um reajuste salarial imediato de 13,01%, referente a 2015, e 11,36%, em relação a 2016. Durante a assembleia, foi elaborado um calendário de implantação do piso nacional do magistério, que segundo o sindicato está defasado em 69,44%.
Diversas escolas do Estado aderiram a greve, porém Frederico Westphalen manteve as atividades normais durante esta segunda-feira, e terça-feira. De acordo com o 26° Núcleo Regional do CPERS que abrange FW, haverá reunião no período da tarde, nesta quarta-feira, para definir se as escolas seguirão com as atividades normais durante a semana ou se irão aderir a greve estadual. Apenas a escola Sepé Tiarajú decidiu aderir a greve.
Em entrevista a Rádio Comunitária, o diretor do Núcleo Regional do CPERS, Solano Lima, comenta sobre a paralisação e frisa que aguarda a adesão das escolas da região para montar o comando de greve:
Solano também ressalta que o apoio da comunidade escolar e geral é fundamental neste momento:
Em depoimento divulgado nas redes sociais, a presidente do CPERS/RS, Helenir Aguiar Schürer, destaca que a paralisação foi a única saída após as falhas do governo no reajuste salarial da categoria:
Confira mais informações sobre a paralisação:
Áudio: Agência Rádio Web
Foto: Divulgação