Vítimas da tragédia na boate Kiss são homenageadas

Vinte e sete de janeiro de 2013.  Um grupo musical se apresenta em uma casa noturna na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Um dos músicos acende fogos de artifício e inicia um incêndio na boate;  242 jovens morrem sufocados.

No teto, era usada uma espuma para abafar o som. Ela era imprópria, e,  o queimar, produziu uma fumaça que causou a maioria das mortes. A boate funcionava com documentação irregular e estava superlotada.

Uma associação com os familiares das vítimas e sobreviventes da tragédia foi criada para cobrar Justiça. O presidente da entidade, Adherbal Ferreira, pede a condenação dos responsáveis.

O Ministério Público indiciou quatro pessoas que vão responder por homicídio doloso qualificado – em que a pessoa assume o risco sabendo que a atitude pode resultar em morte. São eles dois sócios-proprietários da Boate Kiss; o vocalista da banda que acendeu o artefato; e o produtor musical que comprou os fogos.

Adherbal, que perdeu uma filha no incêndio, espera ao menos a punição desses quatro réus.

Esta terça-feira vai ser de homenagens às vítimas:  242 balões brancos vão ser soltos no céu de Santa Maria. Alguns pais também organizam um protesto para cobrar agilidade da Justiça.

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