Técnico do União Frederiquense fala sobre o planejamento para 2016

Pensando no futuro

A grande novidade do União Frederiquense para a temporada de 2016 será no banco de reservas e veio ainda em 2015, no dia 8 de novembro, quando o clube renovou o contrato da atual comissão técnica da equipe. Pensando na manutenção do trabalho a longo prazo e na busca por resultados no futuro, o experiente técnico Marcelo Caranhato continuará à frente do Leão da Colina em 2016. Em entrevista ao jornal Folha do Noroeste, o comandante falou da ambição e do planejamento para a próxima temporada.

Entrevista Caranhato

Folha do Noroeste: Qual o planejamento de trabalho para 2016?

Marcelo Caranhato: Sobre o planejamento da competição da Divisão de Acesso 2016, iremos nos reunir no início de janeiro com o gerente de futebol e toda a Comissão Técnica para discutir sobre esse planejamento. É preciso ter uma organização e um planejamento dentro do perfil da competição, e espero que tenhamos condição de executa-lo até o final, com muita calma, com tranqüilidade, a gente vai se reunir e colocar todos os objetivos e metas que nós temos e como iremos alcança-las.

Folha: Quais as diferenças na forma de trabalhar do ano de 2015, para o de 2016, uma vez que muda a competição?

Caranhato: Em relação as diferenças de uma competição para a outra, acho que não muda muito, até porque a nossa metodologia de treino, ela vai ser a mesma, a filosofia de trabalho, os conceito que nós temos em relação ao treinamento e ao jogo. Mas a metodologia e o conceito de treinamento é a mesma é o que a gente vem trabalhando ao longo desse tempo, em cima dos estudos e do que analisamos com relação ao futebol moderno.

Folha: Qual o perfil dos jogadores que a Comissão Técnica pretende trazer?

Caranhato: Temos que ter jogadores comprometidos, mobilizados, jogadores com um nível de qualidade maior do que o de 2015, até pela exigência da competição. Entendo também a condição da Direção, porque o orçamento é muito enxuto, então tem alguns jogadores que nós acabamos perdendo nesse início de montagem do grupo, até pela questão salarial. Eu gostaria de manter uma média de 60% do grupo que vinha atuando.

Folha: Em média, quantos atletas que já estavam defendendo o time em 2015 irão permanecer em 2016?

Caranhato: O Clube ainda negocia com alguns deles. Eu esperava e tinha esperanças que poderíamos ficar com 60%, 70% do grupo, mas infelizmente, até pela questão do orçamento e por essa visibilidade do título, alguns jogadores se valorizaram e acabamos perdendo esses jogadores para outros clubes. Então, nesse momento, eu acredito que irão ficar 11-12 jogadores desse plantel de 2015. Não posso dar um número preciso porque ainda tem alguns jogadores que estão negociando.

Folha: O sorteio das chaves para os jogos da Divisão de Acesso já saíram. O que você achou da chave na qual o União Frederiquense está inserido?

Caranhato: É um grupo forte. Vai depender muito do nosso rendimento, da nossa evolução. É um grupo difícil, onde tem dois ou três times que vão brigar pelo Acesso e a preocupação é fazer uma equipe competitiva, equilibrada, que tenha uma regularidade tanto em casa quanto fora, e espero que tenhamos competência para, dentro desse grupo, sermos um dos classificados da primeira fase.

Folha do Noroeste

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