Queda de menino em Capão da Canoa causa polemica sobre suspenção do serviço aeromédico do estado

A queda do menino argentino Tiago Baez, de apenas três anos, do 3º piso de um hotel em Capão da Canoa, no litoral norte gaúcho, trouxe à tona um polêmica relacionada à prestação de socorros no Estado.

O garoto precisou ser transferido para Porto Alegre, um trabalho que levaria em torno de 40 minutos. No entanto, levou duas horas. A pediatra de emergência Rossana De Carli, que prestou atendimento ao garoto logo após a queda, relata que foi informada de que o serviço aeromédico estava suspenso.

A médica destaca que se não fosse a suspensão do serviço o atendimento seria feito com mais celeridade.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual da Saúde negou qualquer informação de que o atendimento aeromédico, por meio do helicóptero da Brigada Militar, teria sido suspenso. A pasta também informou que os dois helicópteros adquiridos em 2014 permanecem nos Estados Unidos, aguardando a entrega por parte do fabricante.

O menino Tiago Baez, internado no Hospital de Pronto Socorro, em Porto Alegre, apresenta um quadro de Traumatismo Craniano Encefálico grave e permanece em coma induzido.

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