Júri de mãe de Rafael Winques é adiado para março de 2022 pela Justiça de Planalto

O júri do caso Rafael Winques que aconteceu em maio do ano passado, no norte do Estado foi transferido do dia 8 de novembro deste ano, para março de 2021, por decisão da juíza de Planalto, Marilene Parizotto Campagna, assinada na segunda-feira, 13.
Alexandra Dougokenski, mãe do menino, responde por homicídio qualificado (motivo torpe, motivo fútil, meio cruel, dissimulação e recurso que dificultou a defesa), a acusada responderá pelos crimes conexos de ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual.
Segundo o advogado da ré, Jean Severo, afirmou que a defesa entende os motivos do judiciário para a remarcação. “Porém a acusada não pode sofrer nenhum prejuízo pela nova data aprazada para o julgamento, 21/03/22. Vamos pedir a revogação da prisão preventiva Alexandra tem todas as condições de responder ao processo em liberdade”, destaca Severo.
Na decisão, a magistrada explica que a mudança se deve a contratempos no cronograma original de realização do julgamento, afetado pelo ataque cibernético aos sistemas do Tribunal de Justiça do RS e os trâmites processo de licitação para contratação de empresa de apoio ao evento.
A juíza, no mesmo documento, manteve a prisão de Alexandra.

SOBRE O CASO
Rafael Mateus Winques foi morto aos 11 anos. Ele desapareceu no dia 15 de maio e foi encontrado, 10 dias depois, em uma caixa de papelão colocada no terreno da casa vizinha onde vivia com a mãe. A causa da morte indicada pela perícia foi asfixia mecânica, provocada por estrangulamento.

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